Quando a NVIDIA revelou uma variante do DLSS 5 na última semana, a comunidade de videojogos já a começou a testar em qualquer título que pudesse incorporar o DLL. Entre os testadores mais curiosos estava Daniel Vávra, diretor da série Kingdom Come: Deliverance. Ele decidiu experimentar a versão vazada no seu novo título, Kingdom Come: Deliverance 2, e partilhou as suas impressões.
O que mudou na aparência do jogo?
Vávra destaca que a iluminação passou a parecer mais natural, realçando detalhes nos rostos das personagens e nos cenários. Além disso, sombras mais refinadas aparecem em chapéus, capuzes e capacetes dos NPCs, enquanto a renderização das sombras de cabelo tornou‑se mais eficaz.
O impacto nos ambientes?
Embora o diretor reconheça que o DLSS 5 não altere a geometria nem a textura dos modelos, ele observa que os efeitos de sombra nos ambientes são menos perceptíveis. Assim, a tecnologia parece ter um impacto mais limitado em cenários abertos.
Comparação visual
"Depois de toda a controvérsia sobre o DLSS 5 ser um desperdício de IA, experimentei a versão vazada em KCD2. Em primeiro lugar – o que vazou não é nem remotamente o que a NVIDIA apresentou originalmente. Não altera a geometria dos modelos nem a aparência..." – Daniel Vávra (@DanielVavra)
Vávra conclui que, apesar das limitações, a versão preliminar do DLSS 5 traz benefícios visuais notáveis, sobretudo na iluminação e nas sombras. Para os fãs da série, esses ajustes podem tornar a experiência mais imersiva, embora a tecnologia ainda precise de refinamento para alcançar o potencial máximo anunciado pela NVIDIA.


