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Escape Game

O Último Toque

Escape room ambientado numa escola assombrada para 10 jogadores. Foco na história e resolução de uma maldição antiga. Trabalha em equipa para descobrir os segredos da escola e quebrar a maldição antes que seja tarde demais.

10 participantes75-90 minutosMédiaConcluída

História & Conceito

Toda a gente na cidade sabe que não se vai à Escola Primária do Vale.

Não há uma razão oficial. A câmara diz que o edifício é perigoso — estrutura comprometida, risco de colapso. Mas as crianças crescem a ouvir outra coisa. Crescem a ouvir o que os pais sussurram quando pensam que ninguém está à escuta: que o incêndio não foi um acidente. Que naquela noite havia alguém dentro da escola que não devia lá estar. Que as chamas começaram em sítios que não fazem sentido — ao mesmo tempo, em divisões diferentes, sem ligação entre si.

Que havia círculos no chão.

Morreram alunos. Professores. Funcionários. O número exato nunca foi confirmado — os registos da escola desapareceram no incêndio, ou pelo menos é o que dizem. O que ficou foi o edifício, enegrecido mas de pé, como se algo lá dentro recusasse cair.

Há décadas que ninguém entra.

O vosso grupo decidiu que essa tradição estava para acabar.

Foi uma aposta. Uma brincadeira. A ideia parecia simples na segurança de uma sala bem iluminada — entrar, tirar umas fotos, sair. Contar a história na escola durante semanas.

Mas quando a porta fechou atrás de vocês, o telemóvel deixou de ter sinal.

E do fundo do corredor veio um som que não devia existir num edifício vazio há trinta anos.

O toque de uma campainha.

Agora estão dentro. Dez de vocês, nos corredores frios de uma escola que parece lembrar-se de quem aqui viveu — e de quem aqui morreu. As salas de aula têm marcas que não são de fogo. Os quadros têm escrita que não é de giz. E há qualquer coisa neste lugar que não quer que saiam sem antes perceberem o que realmente aconteceu naquela noite.

Não é um fantasma. É uma maldição — antiga, paciente, e muito específica no que precisa para terminar.

Têm sessenta minutos para descobrir a verdade por detrás do incêndio, desvendar os rituais que alguém tentou completar naquela noite, e quebrar o que foi invocado antes que se complete agora.

A campainha já tocou uma vez.

Não deixem que toque de novo.